terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Calculando o valor de pi, nova postagem

Atualização:  Infelizmente esta sequência não não gera o valor de pi (3,1419265358979 [desculpem o erro de digitação, o valor correto com mais algumas casas decimais é 3,1415926535897932384626433832795028841971693993751 ] ...), mas acaba convergindo para 3,14164078649987. Descobri isto refazendo os cálculos numa planilha do Google Docs [0]. Realmente uma pena!

Esta para mim é novidade. As formas de calcular o valor de pi [1] são bem estranhas e inusitadas, mas esta me pegou desprevenido.

Vamos lá, criando duas séries: a primeira começando com 12 e 18, a segunda com 5 e 5 e os próximos termos sendo a soma dos termos anteriores como na série de Fibonnacci [2]. A divisão dos termos da primeira série pela segunda vai dar cada vez mais um valor próximo ao de pi. A imagem abaixo mostra isto de uma forma mais visual.



Como artigos anteriores sobre matemática fizeram relativo sucesso aqui, vou continuar postando sobre esta ciência que eu admiro.

A postagem anterior sobre o pi foi Calculando o valor de Pi [3].

Espero que tenham gostado.

Fonte: Futility Closet [4], isto mesmo, a Internet me dá e tem de volta.

[0] https://spreadsheets.google.com/spreadsheet/pub?hl=pt_BR&hl=pt_BR&key=0AidrNKIaPL_YdGkxZklMWkx1VFhGZHBOaXBMZmtLMlE&single=true&gid=0&output=html[1] http://pt.wikipedia.org/wiki/Pi
[2] http://pt.wikipedia.org/wiki/N%C3%BAmero_de_Fibonacci
[3] http://paginadoaguinaldo.blogspot.com/2010/08/calculando-o-valor-de-pi.html
[4] http://www.futilitycloset.com/2011/01/16/a-surprise-visitor/

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

O que é a Hepatite C

Acabei de ficar sabendo que uma e cada 12 pessoas pode ser portadora de Hepatite B [1] ou C [2] (uns 8% mais ou menos) e não saber disto. Achei no Animando-C [3], que agora está no meu leitor de RSS [4]. Eu fiquei conhecendo o trabalho deste blogue através do Dicas Blogger [5]. Na blogosfera [6] as notícias acabam se espalhando de uma forma ou de outra e o tempo acaba sendo secundário neste processo muitas vezes.


Como é uma doença silenciosa o perigo dela acaba sendo maior, pois a pessoa pode carregá-la sem saber durante muito tempo agravando a própria saúde e a das pessoas ao seu redor.

Seguindo os links você pode se informar melhor sobre estas doenças, inclusive onde e como se tratar caso necessite.

Coloco abaixo o vídeo de um minuto sobre o assunto.


Se você não tem leitor de RSS, eu sugiro o Google Reader [4.1] e caso queira seguir este blogue basta clicar no símbolo do RSS na barra do Wibiya [7] aí embaixo.



terça-feira, 5 de outubro de 2010

Odeio azeitona



Eu poderia falar aqui sobre as propriedades benéficas deste fruto e do uso do azeite de oliva, mas há outros lugares mais apropriados para isto, principalmente os em que o dono não “odeia de paixão” esta coisa, como é o caso deste que vos fala (ou escreve, tanto faz, é apenas uma figura de linguagem).

Bom, mesmo estando neste país, não posso ser processado por calúnia e difamação, afinal estou falando de comida e não de uma pessoa específica.

O interessante é que muita gente (que eu agradeço a Deus sinceramente por não ter mais que aturar) simplesmente achava que o fato de eu não suportar o gosto de algum tipo de comida era quase que um convite direto e irrecusável para tentar me convencer que eu estava errado e deveria mudar para entrar bovinamente na manada dos que não tem personalidade e gosto pessoal próprios e precisam a todo custo serem e se sentirem iguais a todo mundo. Pena que estas pessoas nunca vão perceber que paladar e muitas outras características humanas são individuais e subjetivas demais para serem ajustadas ao que a maioria deseja.

Além da bendita (ironia no meu caso) azeitona; as pessoas insistiam em cuscuz, coalhada, rapadura, arroz-doce, pequi, fígado, miúdos, quiabo, buchada e vários outros. Conhaque, uísque, refrigerante (só existe um que gosto, mas não vou fazer propaganda de graça para ele aqui), chá (de todos os tipos) também entravam na roda.

O argumento destas pessoas era que esta comida era de boa qualidade e preparada de forma primorosa. Por sinal eu sempre desconfio, e muito, quando alguém fala que alguma “iguaria” para ficar boa (?) “tem que se saber preparar”. Outra parte do argumento era que eu deveria experimentar a tal coisa para formar minha opinião a respeito. Infelizmente ou não, não andamos com um histórico do que já experimentamos e por isto mesmo não gostamos. E fica a nossa palavra contra a “hospitalidade” alheia e a tal da desfeita se torna inevitável. Tudo bem, hoje em dia esta tal desfeita não me causa mais nenhum tipo de constrangimento, sofra quem quiser.

Às vezes chegava a parecer um complô, pois diversas pessoas num período curto de tempo insistiam em me “fazer gostar” de algo e eram completamente implacáveis nesta tarefa. Eu deveria ter dito que odiava as coisas que gosto, assim, provavelmente eles iriam tentar me empanturrar com o que realmente gosto, achando que estavam me fazendo algum mal.

A parte terrível é que isto nunca se resumiu aos comes e bebes. A música (de péssima qualidade) foi sempre uma forma de tortura muito apreciada por estas criaturas. Se houve a menor chance de algum dia eu vir a gostar de axé, sertanejo, pagode e outras formas cansativas, repetitivas e vazias de música, estas pessoas enterraram esta possibilidade de forma definitiva. A quantidade de lugares que posso frequentar sem ser exposto a este tipo de entretenimento diminui a cada dia.

Não sei se esta é uma característica da humanidade cono um todo ou se é fruto da falta de educação e cultura que tomou conta do país há pelo menos uns 25 anos. Acredito que esta vai ser uma das mais antipáticas postagens que já escrevi, mas é absolutamente insuportável ter que aguentar pessoas tentando empurrar seu estilo de vida como se fosse o único ou o correto. Existe um mundo inteiro longe da baixaria e esculhambação apesar de ter tanta gente tão atolada nelas que jamais vão acreditar nisto.

Bom, sucesso de verdade este blogue nunca teve, e se eu continuar postando coisas como E foi criado o povão [1], O pré-adolescente e a TV ou o senhor Bordão [2] e Olhar no espelho pode doer [3] a coisa vai piorar, mas, fazer o quê? É minha contribuição para tentar mudar os que não são casos perdidos.

Até a próxima, se é que alguém vai voltar aqui!

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

O maior peixe do mundo

Começando o processo de apropriação do conteúdo do Ninguém é de Ferro [1], aqui vai uma postagem mínima com vídeo que fez bastante sucesso.

O maior peixe do mundo também é um dos mais dóceis, apesar de ser um tubarão: o tubarão-baleia [2]!



Este é apenas um de muitos exemplos de evolução convergente [3], tanto o tubarão-baleia quanto as grandes baleias [4], que não tem dentes como estes tubarões, não os usam para se alimentar, são enormes e tem uma aparência e comportamentos dóceis semelhantes.

Outros nomes deste animal em várias línguas podem ser encontrados na Wikispecies [5] e um pouco mais sobre ele na Enciclopédia da Vida (em inglês) [6].

Bom, é isto! Parabéns por conhecerem um pouco do Rhincodon typus.



[1] http://ninguemedeferro.blogspot.com/
[2] http://pt.wikipedia.org/wiki/Tubar%C3%A3o-baleia
[3] http://pt.wikipedia.org/wiki/Converg%C3%AAncia_evolutiva
[4] http://pt.wikipedia.org/wiki/Baleia
[5] http://species.wikimedia.org/wiki/Rhincodon_typus
[6] http://www.eol.org/pages/28519

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Seis mitos sobre a escravidão e o tráfico de pessoas em pleno século XXI

1. A escravidão é "uma coisa do passado" e tráfico de seres humanos quase não existe

A escravidão e o tráfico ocorrem o tempo todo ao redor do mundo. Estima-se que aproximadamente com 2,5 milhões de pessoas por ano, um pouco mais de 7.000 por dia são vítimas de tráfico para exploração econômica ou sexual.


2. Todas as vítimas do tráfico são pobres ou com pouca instrução

O perfil das vítimas é muito variado em termos sociais e de formação, o que inclui pessoas com formação superior e mesmo especializada.


3. O tráfico humano é uma realidade oculta e ocorre apenas em países pobres ou em grandes cidades

O tráfico de pessoas acontece em toda parte, mas, principalmente, quando acontece na forma de exploração sexual, a escravidão também pode acontecer em casa ou no trabalho. Isso inclui o trabalho forçado tanto no campo quanto nas cidades. E isso acontece abertamente.

4. As vítimas podem procurar ajuda se identificando como tal. Se não fizerem, é porque não são

Muitas vítimas não são reconhecidos como tal. Outros não têm a oportunidade para pedir ajuda porque vivem isolados ou sob vigilância, são ameaçados e seus documentos mantidos fora de seu alcance, ou ainda assim existem barreiras linguísticas, vivem num país ou região onde a língua é desconhecida para eles. Mesmo tendo a oportunidade, não procuram ajuda por falta de confiança nos outros escravos e acabam sendo vítimas de seu próprio silêncio.

5.
Você não pode cair nas redes de tráfico se o traficante é um parente, conhecido seu, cônjuge ou namorado

Um dos principais mecanismos utilizados pelos traficantes é estabelecer relações amorosas com suas vítimas e, em seguida, enganá-las ou forçá-las para se tornarem escravas. Estudos na República Checa, Polônia e Romênia (tráfico de pessoas na Europa para fins de exploração sexual, UNODC, 2010) indicam que a maioria das vítimas são recrutadas por conhecidos, amigos ou parentes.


6. Você não tem como tirar estas pessoas desta situação

Tente detectar sinais de que nesses locais ou entre as pessoas que mostram evidências: de abuso físico; condições indignas de trabalho; que estas pessoas vivem com seus empregadores (as); recebem pagamentos irrisórios por seu trabalho ou não recebem nada; estas pessoas vivem com medo;
são incapazes de falar quando estão sós e não falam por si mesmas principalmente quando o patrão “está ao seu lado”; nunca andam com os seus documentos.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

A a Z do meus navegadores favoritos


Digitei cada letra do alfabeto na barra de endereços dos dois navegadores que mais uso, o resultado está listado abaixo. Isto não é um meme, mas se alguém quiser repetir a ideia esteja à vontade.

Amplify [1] no Firefox [2] (FF) - leio mais do que contribuo, mas é interessante.
AllMusic [3] no Chrome [4] (GC) - tudo sobre música que já saiu em LP, K7, CD ou DVD.
Blip.fm [5] nos dois - única rádio que ouço por vontade própria.
Causes [6] no GC - causas nobres num bom lugar.
Criticker [7] no FF - filmes por quem gostou ou não, nada de testes.
Blogger [8] no FF - de onde sai isto aqui.
Dropbox [9] no GC - melhor e mais prático disco virtual da net.
Enjoysthin.gs [10] nos dois - bookmark visual que me surpreende quase sempre.
Facebook [11] nos dois - junto com o Twitter, a rede social menos irrelevante que existe.
Google [12] no GC - o buscador que mais uso.
Gmail [13] no FF - webmail com mais recursos que conheço, meu cliente de e-mail oficial.
HootSuite [14] nos dois - cheio de recursos para acompanhar o Twitter, Facebook e MySpace.
I não achou nada relevante no FF.
Iván Abrego no Posterous [15] no GC - praticamente não posto nada no Posterous, mas acompanho bastante o que este meu amigo virtual põe lá.
J e K deram bola fora nos dois.
Last.fm [16] no GC - rede social musical, muita informação, mas nunca tive muita interação.
LazyFeed [17] no FF - notícias caídas do céu para os preguiçosos (lazys), mas não só para eles.
MySpace [18] nos dois - se você ama música precisa estar presente, se só gosta pode dispensar. Mas se odeia, nunca chegue nem perto!
Ninguém é de Ferro [19] como primeira relevante no FF e primeira do GC - meu blogue bobo ou descontraído que ainda não consegui absorver ao Página do Aguinaldo. Sabotagem?!
Online Link Scan [20] no GC e nada no FF - muito importante enquanto existirem malwares!
Página do Aguinaldo [21] nos dois!! - :D
Q não tem nada.
Google Reader [22] no FF - para não dar viagem perdida nos sites favoritos e não achar nada novo. Ou melhor, até para escolher o que ler no mar de informações.
Reddit [23] no GC - um Digg (que não apareceu aqui) visual no qual nunca fiz nenhum sucesso!
S não tem nada relevante nos dois.
Twitter [24] nos dois - junto com o Facebook, a rede social menos irrelevante que existe.
UberVu [25] no GC -  nem lembrava, mas é pago, mas excelente para quem quer blogar a sério levando em consideração as redes sociais. Por enquanto passo muito bem sem.
Nada no FF para o U e nada nos dois para V.
WolframAlpha [26] no GC - para resultados matemáticos e únicos. Digite a sua cidade lá para ver o resultado. Excelente buscador e completamente diferente do Google.
Wibiya [27] no FF - barra com mil e uma utilidades que não gasta quase nenhum espaço no blogue.
Nada nos dois para X, mas eu poria o Xmarks [28] - para esquecer o medo de vírus, formatação, etc. Backup do que realmente interessa: os favoritos / bookmarks. Quando, e se, os diversos navegadores tiverem um padrão para favoritos, o mundo agradecerá a este site.
Youtube [29] nos dois - a TV jamais vai superá-lo!
Zoho Writer [30] no FF - um Google Docs (que também não apareceu aqui feito tantos outros sites) que não é do Google. Chega a ter resultados mais interessantes nas mesmas áreas, mas não é muito bom em português (não está totalmente localizado).
O GC ainda não experimentou nada interessante com Z.

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