sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Netbooks

Superestimamos um sub-notebook. Normal, a moda fala mais alto!

Segundo a Gazeta Mercantil, o netbook morreu! Bom, até ontem eu o conhecia como sub-notebook. Nem tiro nem dou razão ao jornal.

O netbook lembra aquele adesivo colado num carro velho e caindo aos pedaços que dizia: "meu outro carro é um Mercedes", só que no caso se o seu único computador for um netbook a coisa vai ficar feia, afinal ele é prático mas não é robusto e conexões wi-fi ainda não são comuns no Brasil. Já falei sobre o Asus Eee PC aqui e não altero uma única letra no que disse, tirando a falta de disponibilidade neste país.

Mas o que ficou é que o público em geral esperava um computador igual ao desktop de casa do tamanho de uma revista. Isto é impossível, o computador de casa é quase igual a um móvel (que apesar do nome, só o mudamos de lugar em casos especiais como uma mudança de domicílio, ou seja, não se move muito) e ele não tem este poder todo, afinal dá pra segurar o sistema todo com uma só mão. É esperar de um menino pequeno a força de um atleta consagrado.

Ponhamos ele então no seu devido lugar: um computador móvel, que podemos levar onde quisermos, e usarmos dentro de suas limitações.

Por incrível que pareça lançaram coisa menor: o iKit (a resenha não é favorável, mas além de estar em português tem fotos), cabe no bolso da camisa, não esperem milagres dele, mas resolveria muita coisa com uma rede wi-fi disponível.

Um dia lançarão um PC do tamanho e peso de um cartão de crédito, talvez a tela seja projetada no ar e só você veja com um óculos especial ou coisa assim. Por enquanto a miniaturização tem suas vantagens e desvantagens, só espero que o povo desista de matar elefante com estilingue, afinal isto não tem como acontecer!

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quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Por que este blogue não dá dinheiro?

A coisa ainda não engrenou.

As causas são várias, uma delas é a falta de foco, o blogue é pessoal e não trata de um assunto em particular, além do dono não ser especialista em nada.

Qualquer problogger, ou seja, blogueiro profissional, me diria imediatamente para eu procurar um assunto ou grupo de assuntos para falar a respeito. Acho que blogue virou isto, cada um tem um tema único e quando queremos ler sobre este assunto entramos num determinado blogue.

Outro motivo é a falta de atualização constante, o povo gosta de novidade, e eu também. Mas tocar o blogue em frente não é tão simples como eu imaginava no começo. Tenho diversas idéias para blogar e simplesmente vão ficando pra depois ou eu vejo que alguém já fez isto, o que desestimula bastante, basta entrar no Google e ver que alguém já cobriu o assunto, às vezes de uma forma bem melhor do que eu faria.

Não faço spam, não compro um milhão de endereços válidos de e-mail para dizer que eu existo e convidar muita gente pra ver o que provavelmente não os interessa e encher mais ainda a caixa de entrada deles.

O visual do blogue não é de fazer perder o folego, qualquer hora resolvo isto, por enquanto o estilo espartano e clean do Google já me resolve.

Não tenho ainda domínio próprio, o que poderia ser um investimento inútil perante o baixo resultado monetário do blogue, por mais barato que este investimento possa ser. O problema é que diversas empresas bloqueiam o blogger e com isto muitos só podem me ler em casa, alguns só nos fins de semana.

Recebo poucos comentários. O brasileiro está descobrindo o mundo dos blogues agora, mas por enquanto, tirando os blogues mais famosos ou os que vivem apenas de novidades, os mais humildes, feito o meu, recebem poucos comentários, o que é quase um atestado de anonimato total, e quem vai perder tempo digitando algo para um ilustre desconhecido.

Outra coisa, decidi não apresentar pornografia ou erotismo barato, já tem muito por aí na Internet, e nem precisa procurar muito. Não quero ter mais um blogue perdido na multidão com assuntos previsíveis e alvo predileto de pára-quedistas que jamais voltarão!

Estranhamente o Google me dá bons resultados nas pesquisas, talvez pelo meu vocabulário diferente do esperado. Não tenho do que reclamar quanto a isto, acho que não falo igual a todo mundo porque não sou e nunca fui todo mundo, exatamente o que parece que todo mundo tenta ser e eu vivo muito bem sem tentar isto, me acostumei a ser único na espécie humana, o que muitos negam.

Outra, o blogue mal acabou de fazer um ano vida!

Acho que é isto! Bom, desencalhei o blogue e desabafei. Até a próxima blogagem!

Abraços a todos!

Atualização: faltou o ponto de interrogação.

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sexta-feira, 7 de novembro de 2008

O amor é cego e a paixão é louca

A Mitologia explicando a vida

Contam que houve uma grande alegria no Olimpo no dia do nascimento de dois belíssimos gêmeos, o Amor e a Loucura.

Com o tempo as duas crianças permaneceram muito belas, mas pela esquisitices da Loucura e pela ternura do Amor, este era constantemente procurado enquanto sua irmã era evitada.

Com o tempo a Loucura foi se enchendo de ciúmes até que num dia perdendo a razão (que nunca teve) furou os olhos do Amor.

Quando os outros deuses souberam disto, puniram a Loucura a obrigando a conduzir o Amor sempre que este precisasse.

Bom, esta é uma explicação mitológica e poética para a cegueira do amor! E realmente, quando ele aparece, quem o guia é a Loucura!

Assim foi como esta história me chegou, e faz bastante sentido. Mas acredito que fossem duas meninas, a Loucura e a Paixão, afinal o Amor dura uma vida inteira, mesmo que a matéria não o justifique (daí a a falsa fama de cego) e a Paixão ninguém sabe quanto vai durar, o motivo dela aparecer, nem mais nada a respeito do que ela quer. Ninguém a evita, mas todos a temem!

Outra visão deste mito eu achei aqui. Prefiro a minha! Também desconheço a autor.

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segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Vamos blipar?

Novo serviço de descoberta de músicas!

Novo serviço disponível na Internet, não para a maioria dos blogueiros ou quem não vive apenas do trinômio Orkut-MSN-pornografia.

O blip ou blip.fm (me amarro em sites cujo nome e endereço completo são idênticos) ou ainda http://blip.fm/ é uma nova rede social direcionada totalmente à música. Ou seja: você entra e blipa, pronto! Quem gostou se torna teu ouvinte e se puder te dá um Prop, a moeda de lá que não compra nem pão velho no mundo real, mas te mostra o quão você é admirado pelo teu gosto musical.

Não é pirataria, afinal não existe a opção de baixar músicas, elas ficam no servidor para alguém mais pesquisar e blipar à vontade.

Se uma música que você quer blipar não existe por lá, basta fazer o upload em settings/upload, o que não garante a aprovação nem a permanência desta música no site, mas já existe bastante material bom disponível. E como não se trata de pirataria, é divulgação. Já encontrei pelo menos três músicas que ouvia no rádio nos anos 80 e não fazia idéia nem do nome da música nem das bandas e nunca mais iria ouvir. Roubei descaradamente algumas blipagens, o que não chega a ser um crime!

Esta música era completamente inédita pra mim, e sou feliz por tê-la encontrado!

Além de tudo isto, o blip se conecta ao last.fm e outros serviços como o Twitter (ou diretamente aqui) e o Pownce, outros podem ser achados em settings/services, basta clicar e adicionar!

Bom, esta é uma rádio on-line com músicas inteiras na qual você é o DJ e escolhe os DJs que quer ouvir. Quer coisa melhor? Se achar me conte! Sou todo ouvidos!

Atualização: meu perfil por lá.

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sexta-feira, 10 de outubro de 2008

O olho do furacão

Erros corriqueiros mas que empobrecem nossa língua!

Ouvi recentemente na mídia (sim, a TV também transmite som) que o olho do furacão da crise econômica americana chegou à Europa, o que se fosse usado no sentido original da expressão teria garantido à Europa uma calmaria oposta ao que tem ocorrido no resto do mundo.

Pelo que eu sei, no olho do furacão os ventos são tão amenos que não deve dar nem para empinar pipas (linkado pela quantidade de nomes diferentes que este brinquedo possui).

Não condeno nem realmente me aborreci com o jornalista, mas como já disse antes:

1. O monstro do livro "Frankenstein" não tinha nome, não foi batizado nem registrado em cartório;

2. Ali Babá não era ladrão ladão (deve ser aumentativo de lado, falha nossa!, o sujo falando do mal lavado), muito menos chefe de gangue;

3. Jack, o estripador jamais violentou uma mulher.

Bom, já vi o "onde" morrer por causa do "aonde" e os "neste" e "nisto" serem sumariamente engolidos pelos "nesse"e "nisso" e não quero ver outra perdas no nosso vocabulário.

Simplificando:

Onde = qual lugar. "Onde você está?".

Aonde = para qual lugar. "Aonde você pensa que vai?".

Este = igual ao this em inglês, algo bem perto de quem fala. "Este é meu carro", falando ao lado dele.

Esse = o that em inglês, mais longe, mas mais perto do que aquele. "Esse sujeito só fala besteira", comentaram sobre ele e ele não estava presente, somente na mente dos interlocutores.

Aquele = ainda se usa no sentido original, não preciso explicar!

São coisas que doem no ouvido como perceber alguém reclamar da democracia de um hospital ao invés da burocracia, e isto eu já ouvi.

Espero que o repórter não me processe. De qualquer forma errar é humano!

Atualização: Erro de digitação corrigido, e caso vejam outros, por favor me avisem. E como diria a pixação no muro: "Herrar é umano".

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segunda-feira, 6 de outubro de 2008

O homem é o lobo do homem

Saúde é um assunto sério, principalmente por fazemos fazermos parte da mesma espécie e podermos prejudicar nosso semelhante pela negligência com nossa própria saúde.

Sim, o homem é o lobo do homem até quando não quer.

Uma doença que já deveria ter sido erradicada da face da Terra está matando 20 pessoas por segundo.

É a tuberculose, uma doença que é absolutamente curável quando tratada de maneira adequada, mas que se torna mutante e muito resistente às drogas quando o tratamento é interrompido e ela se incuba no paciente.

Fotos fortes de pessoas sofrendo deste mal podem ser vistas em XDRTB.org, mas que mostram o que pode ocorrer quando há negligência no tratamento de certas doenças, mesmo que o motivo da interrupção do tratamento sejam a simples dificuldade em chegar ao local do tratamento ou que as crenças do paciente lhe afirmem que o tratamento não é necessário.

O descaso ou a excessiva confiança podem ser extremamente perigosos.

Fiz o que a XDRTB.org pediu, estou divulgando a história para deter a doença. Doenças contagiosas não podem ser menosprezadas. O fotógrafo James Nachtwey ganhador do prêmio TED criou esta organização justamente com esta intenção. Pessoas assim tornam o mundo melhor para se viver.

Acho que fiz minha parte. Fiquei sabendo disto através do Miro, que continua uma sendo uma excelente TV via Internet.

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domingo, 5 de outubro de 2008

Cálculo da diferença de dias

Nada esotérico, só o método mais simples para calcular diferenças entre datas para iniciantes.



Fiquei devendo esta blogagem, fui inclusive cobrado a respeito, e aí está ela:

Muita gente ainda usa o calendário de mesa ou de parede e a ponta da caneta para saber qual será a data em tantos dias. Com um computador e uma planilha eletrônica isto não é necessário, na falta da planilha, acesso à Internet e conta no Google já resolve. Então vamos lá:

1. Entre no Google Docs e crie uma nova planilha (folha de cálculo em Portugal);

2. Na célula A2 coloque a data inicial, 30/9/2008 por exemplo;

3. Na B2 o número de dias corridos, inclusive a tal data de início, 60 por exemplo;

4. O resultado sairá em C2, com a fórmula (sem as aspas) "=A2+B2-1" e já sairá o resultado que de acordo com as entradas do exemplo é 28/11/2008.

Caso queiram ver a planilha que criei, diga-se de passagem, extremamente simples, o link é este. A planilha está protegida contra alterações para evitar possíveis vandalismos, mas criar uma é extremamente fácil, basta lembrar de colocar o -1 para o dia atual ser contado também.

Outros usos existem, como por exemplo calcular o número de dias que algo ou alguém tem de existência, como segue abaixo:

1. A5, data do nascimento. Aqui usei a primeira postagem deste blogue que não foi deletada: 15/9/2007;

2. B5, hoje, =today() na planilha;

3. C5, o número de dias, =B5-A5, 386 para hoje! Já fez aniversário e eu nem percebi! :-D

Para quem não conhece estes procedimentos, o que o parece ser a grande maioria, isto é uma oportunidade para aproveitar melhor o micro e a Internet e deixar de riscar o calendário.

Atualização: contribuição de njsf, um site para cálculos de tempo, o time and date.com.


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